7 de novembro de 2012

UFC vira mania nacional



Há anos falava-se de atletas como Vanderlei Silva, Minotauro e família Gracie apenas como brasileiros que representavam o país em terras estrangeiras, principalmente no Japão e que eram totalmente desconhecidos no Brasil. O tempo passou, houve uma reformulação nas regras, além da profissionalização dos atletas, e principalmente houve uma mudança no conceito do esporte.

Antigamente, a palavra vale-tudo causava muito impacto nas pessoas, e isso refletia na aceitação da prática deste esporte no país, além de todo o histórico das brigas e arruaças causadas pelos Pit Boys em várias cidades do país.

O Ultimate Fighting Championship (UFC) é a maior organização de artes marciais mistas do mundo. Inspirado por torneios de Vale Tudo de origem brasileira, é atualmente comandada pela Zuffa Entertainment. Lutadores desse esporte praticam diferentes artes marciais, tais como jiu-jitsu brasileiro, boxe, wrestling, muay thai, judô, karatê, tae kwon do, entre outras modalidades.

O Brasil é uma fábrica de campeões e isso reflete no crescimento do esporte no país. Atletas como Vitor Belfort, Wanderlei Silva, Anderson Silva, os irmãos "Minotauro" e "Minotouro", Lyoto Machida, Maurício "Shogun", José Aldo e Júnior Cigano são os nomes mais conhecidos, além de já terem conquistado o cinturão do UFC.

Com a grande visibilidade na mídia e transmissão em TV aberta, o UFC ganha a cada dia mais aderência no cenário esportivo brasileiro e acumula fãs pelo país inteiro. Toda essa difusão em massa gera interesse da publicidade que tende a investir nestes atletas que são referência em força, superação, disciplina e talento.

Podemos citar como exemplo o campeão Anderson Silva que é garoto propaganda de várias marcas de referência no mercado e, atualmente, é agenciado pela 9ine - empresa de comunicação focada em marketing esportivo do ex- atleta Ronaldo.

O UFC movimenta milhões de dólares com produtos licenciados, pay per view e patrocínios. Parte desta verba é destinada aos atletas como cachê pelas edições de lutas que são realizadas. De acordo com o desempenho do atleta caminha a sua remuneração, assim como funciona em outros esportes.

O marketing esportivo no Brasil ainda é pouco explorado, fato é que temos poucas empresas no país que são especializadas neste assunto. Portanto, podemos afirmar que com vários eventos esportivos a serem realizados no país, além de todos os campeões de MMA que temos como referência mundial, a especialização nesta área do marketing tende a se fortalecer, pois além de estar em constantes e sempre positivas mudanças, é um mercado que gera lucro e visibilidade às marcas e profissionais envolvidos.

Equipe Canny Publicidade
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6 de novembro de 2012

A mais nova tendência do mercado


A nova tendência no mercado da informação é a criação de aplicativos móveis. Segundo a revista InfoExame,  o crescimento dos números de usuários duplicou sobre o ano de 2011 chegando a 40 milhões de usuários conectados nestes dispositivos.
 
Os principais sistemas são iOS e Android que juntos formam a dupla favorita dos consumidores. Apesar da maioria dos downloads serem referentes a jogos e aplicativos de entretenimento, existe o crescimento cada vez maior de aplicativos corporativos para atender à necessidade dos clientes.
Hoje, algumas grandes corporações como The New York Times, The Guardian, O Estado de SP, Veja, entre outros estão migrando para essa nova tecnologia.
Mesmo com a praticidade dos novos desenvolvimentos, por exemplo, o QR Code no qual os usuários conseguem interagir com as plataformas além de verem vídeos, escutar áudio entre outras utilidades, muitas vezes esses dispositivos não são usados da forma correta.
O único questionamento é até que ponto essas ferramentas serão úteis ou se tornarão fúteis no dia a dia? Por mais que os aplicativos te deem condições de fazer fotografias com dezenas de filtros, contato direto com a informação ou até interação online com empresas, o que vemos na pratica é o “mal” uso com coisas irrelevantes ou do cotidiano, revelando a intimidade da pessoa ao extremo.
E você como pensa o uso dos novos aplicativos?

Canny Publicidade


5 de novembro de 2012

A Publicidade e os Games


Se pensarmos que a publicidade vem crescendo no mundo virtual é extremamente necessário que falemos do investimento no mercado de games, cuja verba de publicidade inserida Np enredo dos jogos chegou a US$ 1 bilhão em 2011. Neste mesmo ano, o segmento de games movimentou US$ 42 bilhões em todo o mundo.

“Game é viral e a propaganda nele tem o apoio de quem está consumindo. O consumidor não acredita em marca, mas nos amigos dele”, disse Mitikazu Lisboa, da desenvolvedora Hive.

Com a ascendência das redes sociais, essa integração com os games faz com que se tornem uma coisa só, até que num futuro próximo não será possível saber qual é qual devido a convergência e interatividade cada vez mais presentes entre eles.

Existem duas grandes vantagens na publicidade feita dentro dos jogos em relação às outras mídias: o maior tempo de exposição e a integração com o conteúdo onde o produto é anunciado, pois nos games o comercial faz parte do produto, faz parte do jogo, é integrado e não atrapalha a comunicação. Além do que ele pode ter um impacto real na via virtual do jogador, que é a vida real dele no momento em que ele joga. Em outras palavras, podemos dizer que o jogador se transporta para um mundo subjetivo que naquele momento lhe faz sentido e lhe proporciona a sensação do real. 

Mas hoje precisamos entender o público-alvo do produto e do jogo. Por isso que o mercado de games vem mudando e se desenvolvendo cada vez mais, pois quem joga não é mais só o menino de 15 anos que passa a madrugada solitário sem interação e desligado do mundo exterior, mas sim pessoas de faixa etária distintas com interesses variados e gostos totalmente diferentes. Desta forma o mercado de games trabalha e investe pesado para que toda essa massa de gamers possa ser atendida e satisfeita com a enormidade de lançamentos e jogos cada vez mais reais e interativos. 
 
Será que poderemos ter uma nova mídia com um poder ainda pouco explorado ou veremos o nascimento de uma nova mídia de massa?
 
Canny Publicidade

3 de novembro de 2012

Ler é importante




Muitas crianças vão para o ensino médio sem saber interpretar um texto ou até mesmo um problema simples de matemática. Isso os prejudica imensamente levando em consideração que muitos destes vão para a faculdade e continuam com a mesma dificuldade.

O analfabetismo funcional é um grande problema que temos enfrentado no Brasil. Mediante a baixa qualidade e falta de incentivo para com o ensino público, os alunos passam de série como se aprendessem ou compreendessem tudo o que lhes é “ensinado”, mas sabemos que a repetência gera custo ao governo, e independentemente do aprendizado do aluno, quanto mais cedo ele sair da escola melhor, pois é uma vaga a mais que fica livre. E como diz o ditado “de um em um se faz um milhão”, e evita-se a construção de novas escolas.

Essas crianças no futuro se tornarão profissionais em alguma área. O que podemos esperar de um profissional com as dificuldades mencionadas e necessidades não atendidas em sua formação?

Um estímulo que não necessita de apoio do governo, mas sim de atitude, boa vontade e interesse próprio é a leitura. Ela estimula a imaginação, além de fazer com que a pessoa compreenda o mundo de maneira diferente, ajuda a memória, desenvolve o raciocínio lógico, aumenta o conhecimento de mundo, o vocabulário e melhora o poder de reflexão.

Em São Paulo, 50 mil livros foram distribuídos em algumas estações da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). O Projeto Livro Livre tem como objetivo disseminar a importância da leitura e fazer com que esses livros sejam repassados para que várias pessoas possam ter a oportunidade de ler.

Essas ações visam uma melhor compreensão do mundo através da leitura, uma vez que pesquisas indicam que crianças que têm o hábito da leitura incentivado durante toda a vida escolar, desenvolvem seu senso crítico e mantém seu rendimento escolar em um nível alto.

Leia e incentive a leitura, pois na atual circunstância em que vivemos é questão de cidadania.

Quantos livros já leu esse ano?

Equipe Canny Publicidade
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1 de novembro de 2012

Evolução no Consumo da Música



Foi-se o tempo em que o consumo de música limitava-se apenas aos vinis e fitas K7, os quais foram responsáveis por aquecer o consumo no mundo musical até meados dos anos 80. Em 1982, precisamente em 17 de agosto, chegava ao mundo o formato de gravação que iria revolucionar o consumo de música em todo o mundo, o Compact Disc (CD). Este fato tão importante para história musical ocorreu em Hannover, Alemanha, onde ficava a sede da gravadora Polygram, subsidiária da Philips.
 
Desde então, o consumo de música por meio de CD’s se tornou unanimidade, e os clássicos LP’s (vinis) e fitas K7, começaram a perder força, a não ser por parte dos DJ’s e colecionadores que são responsáveis por manter até hoje a existência deste consumo, hoje muito pouco praticado.
 
Considerando tais fatos, jamais pensaríamos que outros meios de consumo, a não ser os comentados, entrariam no mercado musical, pois a ideia era de que o CD supriria toda a necessidade dos consumidores e da indústria fonográfica.
 
O fato é: Seria possível se contentar apenas com estas simples, porém importantes evoluções? Mais uma vez o ser humano e sua capacidade de evolução nos provaram que não.
 
Com a chegada da “era digital”, começou a grande evolução de como consumir e armazenar músicas por meio de dados. Sendo assim, lançaram o MD (Mini disc), em 1992. Este aparelho podia salvar músicas em forma de dados e reproduzi-las com qualidade similar à de um CD. Mas esta invenção não se expandiu e muito menos se tornou popular por se tratar de uma prática muito cara na época.
 
Neste mesmo período iniciava-se “a corrida pela música digital”, que era armazenada por meio de dados, na verdade, esta prática de consumo veio à tona com a generalização digital, pois este armazenamento era apenas de conhecimento profissional, por ser tratar de matrizes musicais onde era gravado no formato que fosse oportuno ou que se fizesse eficaz para ser consumido.
 
Com a difusão desta prática e consequentemente a expansão da internet, as pessoas passaram a consumir músicas por meio de sites, portais, blogs e similares através de downloads, geralmente gratuitos, e isto contribuiu para a indústria fonográfica sofrer um grande golpe devido a grande pirataria que passou a ser praticada.
 
Porém, mais uma vez o ser humano mostrou ser flexível, tanto na busca da evolução, como no caso do público em buscar novos formatos de música a ser consumido, quanto a indústria fonográfica de encontrar meios para estas práticas.
 
Exemplo disto são os grandes portais de gravadoras e players de músicas que disponibilizam canais de vendas online com álbuns completos de grandes artistas, acompanhados de capa, letras e fidelidade sonora que faz com que as pessoas consumam, mesmo havendo tantas opções de consumo gratuito, porém muito aquém de qualidade e confiança que é de extrema importância nos tempos atuais com tantos vírus e ameaças existentes na rede em todo o mundo.  
 
Canny Publicidade